BRASFI - Finanças 

e Investimentos Sustentáveis

Resiliência e Governança Urbana

 

Este centro desenvolve pesquisas com ênfase no papel das cidades para o enfrentamento das mudanças climáticas.

Premissas adotadas:

  • Conceito de resiliência de acordo com  IPCC (2014):  “a capacidade dos sistemas social, econômico e ambiental de lidar com um evento, tendência ou distúrbio perigoso, respondendo ou se reorganizando de modo a manter sua função essencial, identidade e estrutura, mantendo, ao mesmo tempo, a capacidade de adaptação, aprendizagem e transformação”.

  • As cidades, abrigo de grande parte da população, são centros do desenvolvimento econômico e têm um papel fundamental, pois são centros de produção e consumo.

  • Gerar resiliência urbana faz parte do esforço para garantir um desenvolvimento sustentável, inclusive avaliando estes padrões de produção e consumo.

 

Os temas desenvolvidos pelo centro de pesquisa estão relacionados a:

  • Estratégias urbanas de Resiliência e metodologias de formulação e implantação.

  • Redes Globais de Cidades

  • Cidades resilientes, inclusivas, sustentáveis: boas práticas e exemplos inspiradores

  • Políticas públicas relacionadas com a temática da resiliência

  • Aderência das iniciativas em prol da resiliência com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

  • Sinergias entre medidas de adaptação e mitigação

  • Soluções Baseadas na Natureza (SBN)

  • Medidas de Adaptação Baseadas em Ecossistemas (AbE)

  • Prevenção a Riscos Climáticos Urbanos

  • Tecnologias sociais facilitadoras de implantação de ações de em prol da resiliência urbana.

  • Vulnerabilidades socioambientais.

Energia e Sustentabilidade

 

O núcleo desenvolve pesquisas, desenvolvimento e inovação nas áreas de Energia e Sustentabilidade, tendo como uma das premissas a atuação junto ao mercado.
Na área de Energia o núcleo tem como foco os estudos na aplicação de tecnologias de armazenamento de energia e armazenamento de resíduos com o uso do subsolo. Associado a isso todas as questões regulatórias que envolvem o uso em larga escala das tecnologias estudadas.
Os temas desenvolvidos pelo sub grupo de pesquisa na área de energia em estão relacionados à:
- Captura, Transporte, Utilização de Dióxido de Carbono (CCUS) em especial CO2-EOR (Recuperação Avançada de Hidrocarbonetos com Dióxido de Carbono).
- Captura, Transporte e Armazenamento de Dióxido de Carbono (CCS) em Reservatórios Geológicos.
- Armazenamento de Energia em Reservatórios Geológicos com ênfase nas Tecnologias de Injeção de Ar Comprimido, Hidrogênio e Gás Natural.
- Aspectos relacionados as Tecnologias que usam o subsolo para o armazenamento de Energia ou Resíduos como, Regulação, Percepção Publica, Segurança Operacional, Engenharia Econômica, dentre outros.
- Cadeia de Fornecimento de materiais, bens e serviços (Conteúdo Local) da indústria de Energia.

Já na área de Sustentabilidade o núcleo concentra as suas atividades nos temas relacionados as questões voltadas as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e correlatos. De forma geral, mas não se limitando a elas, as principais ações do núcleo quanto à Sustentabilidade são:
- Elaboração de estudos de Pegada de Carbono.
-  Análise de Ciclo de Vida.
- Inventários de emissões de GEE.
- Estudos para a obtenção de Créditos de Carbonos.
- Relatórios de Sustentabilidade.
- Análise de Co-benefícios de projetos de redução de emissões de GEE.

 

BRASFI - Finanças e Investimentos Sustentáveis

O núcleo de Finanças Sustentáveis possui natureza multidisciplinar e envolve professores, pesquisadores e alunos de graduação, mestrado e doutorado, com experiências acumuladas da academia e da prática. Seu objetivo é fomentar o compartilhamento do conhecimento e desenvolver estudos, análises, cursos e capacitações, além de fomentar discussões e encontros teórico-práticos atrelados à temática. Seu foco são as finanças sustentáveis, em uma perspectiva de sustentabilidade EESG, do acrônimo em inglês para os fatores econômicos, ambientais, sociais e de governança. Nesse sentido, além de estudar, compreender e disseminar a temática, a iniciativa visa também estimular a identificação e proposição de estratégias e alternativas de atuação do setor financeiro, e entidades correlatas, rumo a uma economia socioambientalmente sustentável.

 

Essa iniciativa, intitulada BRASFI, já conta com a participação de representantes de instituições diversas, como Universidade Federal da Bahia (UFBA); Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA); Universidade Federal de Sergipe (UFS); Liga de Mercado Financeiro da UFBA (LMF UFBA); Labfinvas-Laboratório de Pesquisa em Finanças, Valoração de Ativos e Sustentabilidade (https://labfinvas.wordpress.com); GpS- Governança para Sustentabilidade e Gestão de Baixo Carbono (https://grupogagmc.blogspot.com/) e pesquisadores com pesquisas no Brasil e atualmente vinculados à University of Roehampton (Reino Unido) e à University of Montreal (Canadá).

 

Os temas desenvolvidos pelo subgrupo de pesquisa estão relacionados à:

  • Gestão de riscos e oportunidades associados às finanças sustentáveis;   

  • Alternativas de investimento de baixo carbono (títulos verdes/green bonds, índices de investimentos sustentáveis, fundos ESG, etc.);

  • Alternativas de financiamento de projetos EESG (ex.: redução de carbono e implementação de projetos de desenvolvimento limpo);     

  • Critérios de elegibilidade para enquadramento em iniciativas que contribuam para a transição rumo a uma economia de baixo carbono, no que diz respeito ao financiamento das iniciativas; 

  • Estratégias para redução da pegada de carbono do setor financeiro, com destaque para análise de carteiras (ativos e passivos).  

  • Papel de investidores institucionais, bancos centrais e supranacionais no fomento de uma economia socioambientalmente sustentável;

  • Integração financeira internacional e o seu papel no fomento de uma economia socioambientalmente sustentável;

  • Gestão e análise de informações financeiras para uma economia socioambientalmente sustentável;

  • Cálculo da pegada de carbono (carbon footprint) a partir de fluxos financeiros e matriz input-output, incluindo a contabilidade de carbono;

  • Demonstrações financeiras para a sustentabilidade (ex.: alinhamento com a TCFD- Task Force on Climate-related Financial Disclosures); 

  • Controle interno e medidas de tratamento de desvios ou inconformidades na gestão financeira EESG, para a sustentabilidade;

  • Mecanismos governamentais, de mercado e institucionais para o avanço das finanças sustentáveis e promoção de uma economia com externalidades socioambientais positivas (ex.: economia de baixo carbono, com indução do comércio de emissões; economia com impacto no mundo real alinhado com os ODS-Objetivos de Desenvolvimento Sustentável criados no âmbito da ONU etc);

  • Regulação financeira ("leis, normas e regulamentos" ou "arcabouço legal e infralegal") para direcionamento de recursos a negócios e projetos visando a transição para uma economia socioambientalmente sustentável;

  • Fiscalização de compliance, de adequação às exigências legais e regulamentares, às políticas e diretrizes de atuação financeira socioambientalmente sustentável;

  • Acompanhamento do comércio de RCE-Reduções Certificadas de Emissões (créditos de carbono) oriundos de projetos que contribuem para a mitigação das mudanças climáticas.

Atualizado em: 11/01/2021